Divulgação informativa e cultural da Escola Secundária/3 Camilo Castelo Branco - Vila Real

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Laura Pires, aluna do 11.º C, participa na edição de 2016 do Astrocamp.

O AstroCamp é um programa académico na área da astronomia e da física, proporcionando aos participantes formação inspiradora e de alta qualidade, repouso e lazer num ambiente isolado e tranquilo, longe do stress dos centros urbanos.
(http://www.astro.up.pt/astrocamp/pt/index.html)





Este programa é organizado pelo Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP), teve o apoio da Ciência Viva entre outros parceiros, e decorreu de 7 a 21 de agosto, no Centro de Educação e Interpretação Ambiental da Paisagem Protegida, no concelho de Paredes de Coura.


O programa destina-se a alunos do ensino secundário de países da União Europeia. A motivação e o mérito académico, permitiram à nossa aluna, Laura Pires, ser selecionada entre cerca de 100 concorrentes. Participaram 15 alunos, maioritariamente portugueses, mas também espanhóis, franceses, britânicos e polacos. A língua oficial do campo foi o Inglês.
Os alunos frequentaram dois cursos, cada um com 10 aulas de 1h30, e foram sujeitos a uma avaliação final. Realizaram também um projeto computacional, permitindo uma introdução à programação científica e à análise de dados.






O campo incluiu ainda várias palestras públicas e ainda sessões de observação astronómica a olho nu e com telescópios (incluindo uma coincidente com o pico das Perseidas) que permitiram aos alunos ficar a conhecer o céu noturno. Os alunos tiveram ainda oportunidade de participar em conversas por skype com astrónomos e físicos a trabalhar em vários países. Esta edição do AstroCamp incluiu ainda a inauguração do Trilho do Sistema Solar.
As atividades recreativas incluíram caminhadas, desporto, construções várias e visualização de documentários. Houve ainda diversas atividades de serviço comunitário e experiências na culinária. 




A Laura foi uma participante extremamente empenhada e ativa em todas as atividades do AstroCamp e foi com grande orgulho que representou a sua escola. 

quinta-feira, 8 de setembro de 2016

Dia Internacional da Alfabetização

Mensagem Diretora geral da UNESCO
por ocasião da celebração do 50º aniversário do Dia Internacional da Alfabetização
8 de setembro de 2016

Durante 50 anos, o Dia Internacional da Alfabetização tem sido a ocasião para celebrar a alfabetização como uma força empoderadora de autonomia para as mulheres e para os homens, assim como para a sociedade como um todo. Desde que a UNESCO proclamou em 1966 o Dia Internacional da Alfabetização, temos observado grandes progressos. Embora a população mundial tenha aumentado consideravelmente, o número de adultos jovens não alfabetizados diminuiu para 25% entre 1990 e 2015. Foram aumentadas as oportunidades de alfabetização das mulheres, e 43 países alcançaram melhoria no que respeita à paridade do género. O movimento mundial a favor da Educação para Todos deu lugar a muitas mudanças positivas.
Mas tudo isto não é suficiente. Atualmente existem 758 milhões de adultos que não sabem ler nem escrever uma frase simples, dois terços dos quais são mulheres. Situados à margem da aldeia global, não recebem nenhum dos benefícios da mundialização e sofrem todos os seus custos. Estes homens e mulheres são mais vulneráveis à doença, à exploração e ao abuso dos direitos humanos. Têm mais probabilidades de estar desempregados e são os que menos recebem quando têm um trabalho. Ao não saberem ler nem escrever, não podem desenvolver todo o seu potencial, e comunidades inteiras ficam presas no círculo vicioso da pobreza, terreno fértil da violência e dos conflitos.
O analfabetismo continua a ser sinónimo de exclusão e pobreza. Devemos mudar essa realidade. Este é o compromisso da Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, em que uma nova visão mundial de prosperidade, sustentabilidade e paz é apresentada nos 17 Objetivos do Desenvolvimento Sustentável, incluindo um Objetivo especifico “garantir uma educação inclusiva e equitativa de qualidade e promover oportunidades de aprendizagem ao longo da vida para todos”.
A alfabetização é essencial para o êxito em todos os âmbitos. Fundação dos direitos humanos e da dignidade, a alfabetização é fundamental para a erradicação da pobreza, a igualdade de género e a construção de sociedades mais inclusivas e sustentáveis. Essa é a razão pela qual hoje lançamos a Aliança Global para a Alfabetização, a fim de mobilizar fundos e promover iniciativas inovadoras, prestando especial atenção às questões de género e às novas tecnologia de informação e da comunicação. Devemos aproveitar todas as oportunidades, e o nosso trabalho deve trespassar todas as fronteiras sectoriais.
O mundo mudou desde 1966, mas a nossa determinação em proporcionar a cada mulher e a cada homem as competências, capacidades e as oportunidades necessárias para tornar realidade as suas aspirações, na dignidade e respeito continuam a ser tão firmes como sempre.
A alfabetização é a base para a construção de um mundo mais sustentável para todos. Esta é a mensagem da UNESCO.

                        Irina Bokova
Diretora geral da UNESCO


sexta-feira, 3 de junho de 2016

OBRIGADA!

OBRIGADA!

Obrigada, por não serem apenas mais uma escola!
Obrigada, por se preocuparem com todos e com cada um.
Por respeitarem as diferenças,
Por fazerem a diferença!
Obrigada aos Professores desta escola,
Para quem os alunos não são apenas mais um,
Para quem os números não são mais importantes que o “SER”.
Obrigada, porque conhecem cada um dos vossos alunos,
Porque se preocupam com eles tanto como os pais,
Muitas vezes, tanto como com os vossos filhos.
Obrigada, porque não é o “ranking” que forma homens e mulheres
Mas vocês…
Porque, não são os números que ajudam a crescer,
Mas as relações pessoais.
Obrigada, porque não ouvem apenas mas escutam.
Porque não falam apenas, mas abraçam.


Obrigada à Escola Secundária Camilo Castelo Branco e às pessoas que a constituem, docentes e não docentes.


Uma Mãe

terça-feira, 31 de maio de 2016

Deambulação

Deambulação…


Em minha opinião, tal como Cesário Verde, todos partimos da realidade objetiva que nos rodeia para uma deambulação acerca das impressões que nos causa o quotidiano. O meu caso não é exceção, visto que me encontro várias vezes a deambular nos lugares remotos da cidade, assim como na minha imaginação.
Em primeiro lugar, ultimamente, deparo-me com pensamentos longínquos averiguando realmente qual o sentido da vida, se é necessário tanto sofrimento e desilusão para crescermos e sermos melhores pessoas, se apenas nos deparamos com a estabilização da nossa consciência quando estamos confrontados com uma realidade dolorosa e amarga. Perante estas perguntas, vejo-me obrigada a permanecer distante porque não encontro respostas que me permitam obter a plenitude, sendo que a minha apreensão face à realidade que me rodeia cada vez mais me amedronta.
Deste modo, deambulo nos recantos do meu quotidiano à procura de alguma razão para tamanha instabilidade que vivencio, que me desgasta e retira a objetividade da minha vida. Assim, todas as experiências que permanecem até hoje permitem-me obter uma visão distinta da realidade, na qual, por vezes, necessito de espaços para me dedicar à minha deambulação, tão desejada algumas vezes.
Assim, reafirmando o que referi inicialmente: a deambulação é necessária a partir da realidade observada no nosso quotidiano.


Maio de 2016

Mariana Santos, nº16, 11º G

segunda-feira, 16 de maio de 2016

CARTA A UM JOVEM MORTO PELO ÓDIO



Vila Real, 5 de Abril de 2016
Pedro
Foste apanhado pelo ódio dos outros e não sobreviveste. O teu corpo não foi tão forte como a tua alma e então morreste assim, de repente, como o teu pai e o teu irmão; e como aquelas pessoas que estavam no aeroporto.
Tinhas amigos, uma família que te amava, ias tirar a carta na semana seguinte. De certeza que o teu futuro ia ser brilhante! Tudo estava bem, mas de um momento para o outro todos os sonhos se desvaneceram.
Perdeste a oportunidade de ver o sorriso da tua mãe, da tua namorada; perdeste as alegrias, os sentimentos… Agora só restam memórias, que com o tempo se vão deformando.
Mas a culpa não foi tua. Talvez a vida seja mais do que viver… Ou então, na verdade, seja mesmo só isto. Talvez seja só preciso viver e nada mais.
Até um dia.

Ana Filipa Peixoto


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                                                                                                                Vila Real, 5 de abril de 2016
Querida Inês,

Escrevo-te esta carta porque sinto a tua falta, porque quero comunicar contigo e já não posso fazê-lo fisicamente.
                Quero dizer-te que partiste e contigo levaste toda a minha alegria e a daqueles que mais te queriam e mais te amavam, porque todos deixámos de ter alguém presente que estava sempre bem disposta e transmitia toda essa alegria para nós.
                Sei que não é uma boa notícia mas, com a tua partida, os teus pais deixaram de comunicar e conviver com os amigos e foram-se isolando em casa… Mas não foram os únicos, pois o teu namorado também sofreu bastante. Deixou de se encontrar com os amigos, deixou de ter rendimento escolar mas nós, os teus amigos e os amigos dele, tentamos ajudar-nos uns aos outros conforme as nossas posses para que o abalo não seja tão grande.
                Sei que não vais ler esta carta, mas quero que saibas que vais estar sempre presente na nossa mente e no nosso coração, porque foste uma rapariga única que sempre trabalhou para que tudo corresse bem e sempre tentou ser amiga de todos… Eras e sempre serás uma rapariga com muito valor, que vai sempre ser lembrada!
                Perdeste tanto! Uma vida a dois com o teu namorado, os filhos que poderias um dia vir a ter, a convivência com os teus pais e com os teus amigos, as saídas à noite… E até as zangas com alguém. Mas todos perdemos sempre alguma coisa e nós, teus amigos, perdemos a tua presença, a tua alegria, a tua vida connosco… e ganhámos um profundo vazio impossível de preencher! Não fiques triste porque, apesar de tudo, vais ser sempre lembrada com alegria.
                Encontrar-nos-emos um dia!
                Catarina Mourão, 11.ºA

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Vila Real, 5 de abril de 2016
Alberto,

Hoje, dia 5 de abril, escrevo-te esta carta, que serve para todos os jovens que tal como tu partiram sem dizer um último adeus.
 Ainda hoje me pergunto como é que te foi acontecer, a ti… Achamos sempre que estas desgraças não nos acontecem … Ainda me pergunto porque é que Deus não traçou um caminho diferente para ti… Perdeste tanto, tinhas tanto para viver ainda! Tanto amor para dar e tanto para receber!
                Porquê? Porquê tão jovem? E todos os planos que tínhamos para as férias de Verão? E todas as coisas que tu ainda querias fazer? Perdeste tudo isso Alberto…
                Perdeste tu, Alberto, e perdemos nós… Perdemos nós, que te amávamos, perdi eu, perdeu a tua família e todos os teus amigos. Perdemos uma pessoa que tinha muito para dar. Eu quero-te amar e não mais to posso dizer nos olhos, mas eu sei que tu sabes que te amava… E sabes? Lembras-te de te contar que um dia queria ser milionária? Bem… Eu já o fui… Quando te tinha comigo, Alberto… Quando estavas entre nós. E agora tu e todas as outras vítimas levaram a minha fortuna e a felicidade. Tu deixaste uma enorme revolta dentro de mim com a tua partida. Eu só queria que voltasses mais um dia para te contar tudo aquilo que agora sei… Agora sei que não devemos dar importância a mínimas discussões, nem estar de ‘’costas voltadas’’. Não vale a pena fazer planos para amanhã, devemos viver o dia de hoje, sem pensar em amanhã… Sabes porquê? Porque podemos ir ao supermercado e não voltar para casa. E olha, Alberto… Não foi isso que te aconteceu?
                Graças a ti vou aproveitar o resto dos dias da minha vida como se fossem os últimos… Graças a ti e a todos os jovens que já partiram.
                 Até um dia… Com muito amor de quem tudo perdeu,

                                                                                        Cátia Cabral, 11.º A
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                Vila Real, 5 de abril de 2016

Querida amiga,

Escrevo-te porque sinto o que sentiste nos últimos momentos da tua vida, porque penso o que pensaste no último suspiro… Sentir que viveste tão pouco e que querias ter vivido mais é  péssimo e eu sinto-o. Pensar na dor dos que te amam quando se deram conta de que partiste é pior ainda, e eu penso.
Quanto amor perdeste daquele que amavas com tudo o que tinhas! Sem ti o Mundo ficou mais pobre, todos ficámos mais pobres.
Terias tido uma vida perfeita, cheia de amor e com grandes sucessos se não estivesses no sítio errado, à hora errada. Mas nada é em vão: partiste, no entanto continuas a inspirar os corações do Mundo, continuas a inspirar o meu e é também por isso que te escrevo.
O teu destino é o de muitos outros, mas um dia o Mundo irá vingar-te.

Com muito amor e saudade,
Uma amiga.
Cláudia Lourinho, nº13, 11.ºA


sexta-feira, 6 de maio de 2016

Visita de Estudo a Espanha

No dia 29 de Março, um grupo de alunos de Educação Moral e Religiosa Católica partiu para mais uma visita de estudo a Espanha.
A viagem de autocarro, apesar de cansativa, correu bem, contando com muita energia e o entusiasmo dos participantes: alunos e professores.
A primeira paragem foi Cuenca. A seguir a uma merenda, visitámos as casas suspensas e a Catedral. Depois de um merecido almoço, continuámos viagem até Benidorm.
Passámos uma noite bastante divertida nas ruas desta cidade. Partimos, na manhã seguinte, para Valência onde visitámos o Oceanário, o Museu das Ciências e o Planetário. Ao fim do dia, tivemos a oportunidade de dar um mergulho na bela praia de Benidorm onde retemperámos as energias despendidas.
A nossa última manhã em Benidorm foi passada nas ruas da cidade, onde cada um aproveitou para passear ou ir às compras. Após o almoço, iniciámos a viagem de regresso em direção a Madrid.
Depois de um enriquecido jantar, visitámos alguns pontos de interesse da capital espanhola, entre os quais a Praça Maior e o Palácio Real e passeámos no centro da cidade.
Por fim, chegou o dia mais esperado pelos alunos: a visita ao Parque Temático Warner Bros, onde, entre as imensas diversões que oferece, experimentámos as montanhas russas mais malucas e as diversões na água. Este Parque inclui, para além da maior montanha russa de madeira da Europa, a torre de queda livre mais alta do nosso continente.
Depois deste dia cansativo mas muito divertido, regressámos a Vila Real, estafados mas muito contentes e já com saudades destas férias inesquecíveis!

Marisa e Mariana, 8.º A








quinta-feira, 5 de maio de 2016

25 de Abril, uma data de grande importância na nossa história.



No dia 25 de Abril de 1974, Portugal conseguiu o que mais ambicionava: a liberdade.
Hoje em dia, somos todos livres, podemos dizer e fazer o que queremos, expressar-nos de mil e uma maneiras. Podemos ser nós próprios.
Naquela altura, sermos nós próprios era considerado “crime”. Não podíamos expressar os nossos sentimentos, os nossos pensamentos, os parâmetros fundamentais que constituem o nosso ser tinham de ficar contidos.
Porém, no dia 25 de Abril de 1974, tudo isto mudou. Os militares, ao ouvirem o sinal de partida, conquistaram o maior tesouro da atualidade.
O sinal foi a canção “E Depois do Adeus” de Paulo de Carvalho, que inclui a frase “ partir é morrer” que, na minha opinião, as pessoas interpretaram da seguinte maneira: quando se deu a revolução, a mágoa, o peso, a tristeza que sentiam por não se poderem expressar…partiram, morreram com a ditadura! Renasceram sorrisos, a alegria reinou em Portugal, nasceu a liberdade!
Na canção acima referida está, também, incluída a frase “morrer é renascer”, e, na minha opinião, tem muito a ver com o significado da liberdade, pois ao morrer a ditadura, a tristeza em que vivíamos também desapareceu e renasceu o poder nas mãos do povo.
É de lamentar que os homens de hoje não saibam o que a liberdade demorou a conquistar porque vivem no seu mundo de egoísmo. Pensam que a liberdade é um direito como os outros, não entendem o verdadeiro significado deste dia tão especial.
Penso que este foi um dos acontecimentos mais importantes e mais influentes da História de Portugal. Deu-nos o direito de escolhermos quem queremos ser.
É pena que muita gente não aproveite esta grande conquista e abuse!
Aliás, parece-me que nenhum de nós dá o devido valor à liberdade, pois desde pequenos somos habituados a tê-la e não pensamos nas pessoas espalhadas pelo mundo e para quem ser livre não passa, apenas, de um sonho!
Para concluir, alerto para a necessidade de abrirmos os olhos, aproveitar e disfrutar do que podemos e do que somos, porque a maior liberdade começa em nós, no que queremos e podemos ser.


Catarina Silva - 7º B


O Nosso Grande 25 de Abril

25 de Abril… 25 de Abril… Mas, o que será? O que sucedeu de tão importante neste dia? Calma, tudo a seu tempo.
Por vezes, oiço os adultos lá em casa a dizer que “precisávamos era de um novo Salazar”. Discordo completamente. Sim, talvez resolvesse a crise económica em que vivemos, mas e a felicidade? E a liberdade de expressão? E o convívio?
Nesses tempos de tristeza e angústia, não havia nada disto. Apenas raiva, frustração e sonho… Sonho de talvez um dia não ter medo de andar na rua, com a sensação de que alguém nos perseguia… Sonho de talvez um dia se poder dizer o que queria… Sonho daqueles maus tempos passarem… Nesses tempos, o pesadelo reinava.
Salazar, o iniciador desta horrível ditadura, já tinha morrido. Não adiantava nada porque o seu sucessor, Marcelo Caetano, impunha as mesmas regras.
Naqueles anos, o povo não era livre de dizer o que queria, sendo torturado e, muitas vezes, morto pela “PIDE” e, até mesmo, censurado pela “Comissão de Censura”. Este, cansado de uma era de frustração e medo, decidiu revoltar-se.
À noite, com muito cuidado, todos conspiravam contra Marcelo Caetano e seus apoiantes e, simultaneamente, planeavam a grande revolução, que teve início com as músicas “E Depois do Adeus” de Paulo de Carvalho e “Grândola Vila Morena” de Zeca Afonso, no dia 25 de Abril de 1974.
Os militares do MFA chegaram na madrugada de 25 de Abril ao Quartel do Carmo e, seguidamente, com a ajuda do povo que saiu à rua revoltado, cercaram Marcelo Caetano, que acabou por fugir para o Brasil.
A liberdade e a alegria que temos hoje… devemo-las a eles. A malícia, a tortura, o medo, tudo desaparecera.

E é por isso, que neste belo dia, celebramos, sobretudo, os soldados Jaime Neves e Salgueiro Maia, o povo e, por último, mas não menos importante, a coragem e a bravura que todos tiveram para que hoje todos pudéssemos ter o que eles não tiveram.
João Sousa – 7.º B


 Revolução dos cravos

Antes de 25 de Abril de 1974, Portugal era governado por uma ditadura dirigida por Salazar e Marcelo Cetano. Nesta ditadura não havia liberdade de expressão e era proibido juntarem-se mais de três pessoas nos espaços públicos.
A P.I.D.E., polícia do estado, prendia todos aqueles que protestassem contra o estado Português.
Na madrugada do dia 25 de Abril, do ano de 1974, depois de dado o sinal com a música “E Depois do Adeus” de Paulo de Carvalho, grupos de soldados cercaram o quartel do Carmo, onde se refugiara Marcelo Caetano.
A população saiu à rua, pois apercebeu-se de que a revolução ia ser pacífica. Marcelo Caetano rendeu-se, originando assim o fim da ditadura em Portugal.
No final da revolução, houve um herói: o capitão Salgueiro Maia, homem que ajudou muito no desenrolar da revolução. Esta é conhecida como a revolução dos cravos porque um soldado pediu a uma florista um cigarro, esta deu-lhe um cravo e colocou-o no cano da espingarda, fazendo o mesmo assim com todos os outros.
Entre os anos 1974-1975, houve vários conflitos políticos e descolonização foi mal feita, tendo Portugal recebido mais de 700 mil portugueses que se encontravam nas antigas colónias.
Resta-nos dizer que esta revolução não foi vivenciada por muitos cidadãos portugueses, mas todos temos que saber que foi um grande passo para Portugal.

Afonso Meneses – 7ºC
Catarina Afonso – 7º C


Revolução, músicas, cravos nas espingardas e, por fim,  liberdade.
Isto foi o 25 de Abril de 1974.
Saíram cedo para a revolução para lutarem pela liberdade. A senha de partida foi a música ''E Depois do Adeus'' de Paulo de Carvalho, seguida de uma segunda senha, "Grândola Vila Morena" de Zeca Afonso. Já o exército comandado por Salgueiro Maia estava pronto para ir para a revolução.
No meio das pessoas que se encontravam na rua, encontrava-se uma senhora com cravos vermelhos. A revolução estava pacífica e, por ato espontâneo, ela distribuiu cravos pelas espingardas dos soldados, ficando esta revolução a ser conhecida por Revolução dos Cravos e dando, assim, ao povo a liberdade desejada.

Concluímos que esta revolução trouxe muitas coisas boas como, por exemplo, a liberdade de expressão. No entanto, também teve aspetos negativos porque, devido à descolonização, muitas pessoas ficaram sem os seus bens.

Alice Reis – 7º C
Leonor Silva – 7º C

Tudo começou com a “revolta” dos portugueses contra a ditadura devido à falta de liberdade, igualdade e também por causa da guerra colonial.
No 25 de Abril de 1974, tocou na rádio a canção "E Depois do Adeus" de Paulo de Carvalho, para avisar que os soldados organizados, por Salgueiro Maia, poderiam sair de Santarém em direção a Lisboa.
À chegada tocou a música "Grândola, vila morena" de Zeca Afonso para "reunir" toda a gente.
E assim se deu início à revolução. Curiosamente, não houve feridos nem grandes distúrbios!
Durante a revolução, uma senhora tinha cravos vermelhos na mão e ofereceu-os aos soldados que os colocaram nas suas espingardas e daí vem o nome de "Revolução dos Cravos".

Concluímos que, com o 25 de Abril de 1974, Portugal deixou de viver em ditadura e passou a viver em liberdade. Hoje em dia , as pessoas já não se lembram da verdadeira importância desta data, mas deveriam lembrar-se uma vez que é por isso que agora  temos liberdade para fazer o que mais gostamos.

Francisca Chaves – 7º C
Leonor Brás – 7º C

O dia 25 de abril de 1974 foi talvez um dos dias mais importantes para o povo português.
Neste dia, a maior parte dos soldados portugueses reuniram-se em Lisboa, com as armas nas mãos, e a gente da cidade saiu de suas casas para ver e apoiar este grande evento.
Este evento foi comandado por um capitão do exército, um homem anónimo e simples, cujo nome não se esquece: Salgueiro Maia.
Esta revolução ficou conhecida por ter sido pacífica, mas para muitos foi trágica. A muitas pessoas, que viviam nas então colónias portuguesas, foram-lhes tiradas as casas e os seus bens pessoais.
Finalmente, podemos dizer que ficou conhecida como a “Revolução dos cravos”, já que cada soldado tinha um cravo vermelho no cano da sua arma, oferecido por uma senhora, demonstrando assim que estavam ali não para matar, mas sim para se atuar pacificamente.



Lara Alves – 7ºC
Margarida Pedro – 7ºC